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3ª PalestraBanco de Dados

Palestrante: João Felipe Barros (Coordenador da área TI da ETEP Faculdades)

 

Banco de dados, embora o termo já seja o conceito em si, tem um conceito muito variado dependendo da interpretação de cada indivíduo. Na realidade, o conceito mais relativo à área em si, é o próprio termo:

Banco: Um local de armazenamento;

Dados: Palavras, números (tais como idades), datas e tempo;

 

A priori é de bom tom expor a vantagem de um banco de dados digital (em um computador). Claro que o motivo não pode ser mais óbvio do que aparenta a ser: a busca. A finalidade de um banco de dados é unicamente arquivar informações para futuras consultas. No computador, esta tarefa é inúmeras vezes mais eficaz, eficiente e rápida que os arquivos convencionais (físicos, tais como papéis e pastas).

 

Já esclarecido os conceitos e motivos de um banco de dados, falemos em que isto causa ou não melhorias na vida dos usuários, os cuidados que se deve ter com um banco de dados, como funciona e, depois disto, analisemos o mais importante aqui, os profissionais que atuam, seja na criação ou na instalação, seja na manutenção ou nos cuidados que se deve ter ao banco de dados.

 

Comecemos pelas melhorias que já foram explicitadas acima. O conceito de usuário de banco de dados, não se limita aos “leigos” usuários domésticos, mas até grandes programadores, vez que todos precisam de armazenamento de dados. Pode-se dizer que até as partições de HDs são um banco de dados. Sendo assim, podemos ampliar nosso campo visual deste tema a horizontes quase que sem limites. O fato de alguém ser um programador de baixo nível, por exemplo, não o tira da lista de mero usuário de banco de dados, vez que qualquer coisa que ele desenvolva, precisa arquivar para ter acesso futuro.

 

Atualmente, existem inúmeros Bancos de Dados rodando em todos os computadores do mundo, então seria de pouca sabedoria alguém dizer que falta algum tipo de informação, vez que nem é preciso colocar que os computadores, cada vez mais, tendem a serem interligados.

 

O prático objetivo de armazenar informações e possibilitar diferentes tipos de buscas, analisando diversos ângulos diferentes de uma mesma informação, tornou o Banco de Dados algo obrigatório para empresas, desde pequeno porte à mega empresas multinacionais.

 

Mas o que nos interessa, em particular, é o profissional que age por trás de toda esta estrutura, isto é, para um usuário poder acessar um email, alguém desenvolveu um banco de dados, implementou este em um servidor, um mainframe, e juntou à ele (o BD) diversas formas de seguranças.

 

Não vemos (como usuários) o projeto em si de um banco de dados, mas devemos, a partir do momento em que entramos nesta área, notar que existe, por trás de todo sistema e softwares, um banco de dados que arquiva e exibe ao usuário as informações na ordem e com as devidas permissões que fora programado.

 

Há vários sistemas de gerenciamento Banco de Dados e, portanto, não teríamos espaço para tratar de todos, nem mesmo se fosse possível saber de todos. Entretanto contentemos com alguns exemplos e explicações de suas funcionabilidades para que possa clarear a visão do mercado neste ramo de atuação.

 

Falemos dos maiores e mais importantes:

Oracle

É um respeitadíssimo banco de dados; de grande porte para grandes empresas e possibilita inúmeras operações. Seus diversos acessórios de seguranças deixam qualquer outro sistema deste tipo muito longe de seu alcance. Claro que sempre tem uns que chegam muito perto de grandes potencia como este exemplo, mas ao se tratar de grandes números de informações (Terabytes), o Oracle abate todos em desempenho, flexibilidade, segurança e mais que tudo, a segurança de backup dos arquivos.

A questão da falta do Oracle em todas as empresas, é que, como todas as coisas no mundo, por ser o melhor em gerenciamento de banco de dados, este sistema é muito caro (perto dos R$ 60.000,00) e, sobre tudo, a falta de profissionais capacitados para ele, vez que tal ferramenta mal configurada, deixa seu desempenho muito lento, ou seja, um investimento jogado fora.

Esta é, por motivos óbvios, a maior desvantagem em uma implementação de um sistema de gerenciamento de BD como o Oracle. A princípio a falta de profissionais pode ser facilmente explicada pelo valor dos estudos de capacitação, porém outro problema é freqüentemente encontrado nestes profissionais (os que podem se capacitar). A dificuldade de se aplicar inteiramente em algo tão complexo e extenso.

Claro que existem, embora poucos, profissionais competentes nesta área. O tipo de sistema implementado por estes profissionais é deveras peculiar. Não pode ser comparado a nenhum outro.

 

Certificações

OCA – Oracle Certified Associate – Primeira certificação, certificado onde a Oracle atesta que você é um associado por ter conhecimentos básicos em seu SGBD.

 

OCP – Oracle Certified Professional – Segunda certificação criada pela Oracle. Desenvolvida para distinguir quem, dentre os “Associados Certificados Oracle” (Isto já deixa claro que só se obtem o OCP se já for um OCA) possuem algum padrão a mais na qualidade de serviço e conhecimento.

 

OCM – Oracle Certified Master – Última prova. Última certificação da Oracle, onde ela atesta que o profissional possuidor deste certificado está num nível máximo de conhecimento e experiência em seu SGBD. Não se chega este nível sem ter passado pelos dois outros (OCA e OCP).

 

 

 

 

SQL Server

Sistema de Genciamento de Banco de Dados que a Microsoft desenvolveu para trabalhar ao mesmo nível do Oracle. Nem é preciso acrescentar que é o principal concorrente do Oracle, mas tem suas desvantagens em questões de desempenho principalmente se for implementado em empresas de grande porte, que precisa de grandes números de informações guardadas (Terabyte).

É um software de muita segurança, prático, como quase tudo planejado pela Microsoft, mas para um profissional da área, conhecedor como é das opções em mercado, seria o segundo, sem margens de dúvidas, sistema a ser tomado para uma implementação em algo grande, como um banco ou uma bolsa de valores.

A vantagem em números na implementação deste sistema sobre o Oracle pode ser facilmente compreendido em sua facilidade de operar, e na quantidade de computadores que já estão com sistemas Microsoft (que facilitam muito nas transações com o sistema).

O preço deste sistema é bem menor que o Oracle (entre R$ 15.000,00 e R$ 25.000,00).

Obviamente não é preciso mencionar que existem muitos mais profissionais prontos a atender este sistema que os de Oracle.

A desvantagem é que, além de ser inferior em desempenho quando comparado ao Oracle, se mal configurado, é um desastre de proporções incalculáveis (para uma grande empresa ou o exemplo da bolsa de valores).

Certificações:

MCP – Microsoft Certified Professionals, primeiro certificado concedido pela Microsoft em qualquer área. Neste caso, em SQL Server.

 

MCDBA – Microsoft Certified DataBase Administrator, criada recentemente principalmente para atender à demanda de profissionais mais especializados que outros com o mesmo simples “MCP”. É um diferencial para profissionais que se dedicam à área. Este certificado é concedido à profissionais que combinam todas as qualificações necessárias para operar o SQL Server 7.0.

 

 

Claro que não existe o Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados ideal e padrão para todos, mas o que mais se adapta a cada situação de cada usuário. Cada usuário tem uma necessidade diferente e, para cada uma, existe um sistema que mais vai lhe proporcionar vantagens.

Não se pode generalizar todos, mas não é um erro dizer que as maiores empresas do mundo tem, como Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados estes dois citados acima.

 

 

A IBM fica com o terceiro lugar. A terceira fatia do mercado com seus Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados Relacional DB2.

Sistema projetado pela IBM é de mais fácil acesso, vez que sua qualidade de softwares é considerada maior que o SQL Server, por muitos especialistas na área, mas sua linha de segurança na política de Backups, se comparado ao SQL Server, deixa a desejar.

Este é o sistema, dentre todos, o mais universal, vez que possui uma versão para cada plataforma e é capaz de grandes armazenamentos e grandes consultas, ou seja, é um banco de dados de grandíssimo porte.

O DB2 tem uma vantagem sobre todos os outro, incluindo o Oracle e o SQL Server. Um sistema cumulativo de banco de dados conhecido por Data Warehouse. A IBM até lançou, depois de perceber a potencia que o sistema tinha em Data Warehouse, o DB2 Data Warehouse Edition (DB2 DWE). Um sucesso absoluto para empresas que procuram este tipo de tarefas em seus banco de dados, como o IBGE.

O DB2 não possui o custo tão alto como o Oracle, mas pelo fato da IBM ter se empenhado mais em colocar o sistema deles na linhagem Data Warehouse, o sistema deixou de evoluir em outras áreas de interesse para grandes empresas, como a EMBRAER, o que não foi uma das melhores atitudes a ser tomada pela IBM, vez que seus sistemas tinham grande chances neste mercado e que eram multiplicadas por ser um sistema que roda em quase todas as plataformas (Linux, Windows, Unix, Amiga, Mac, etc…).

 

Certificações:

IBM Certified Database Associate 700

IBM Certified Database Administrator 701

IBM Certified Application Developer 703

IBM Certified Advanced Database Administrator 704

 

 

 

Por questão de prioridade, o posterior depende do anterior, ou seja, um profissional só é possuidor do IBM-CADBA 704 caso tenha conseguido obter todos os outro certificados.

 

Na Web, temos um SGBD muito comum, o MySQL. Por ser free, suportar várias plataformas (quase todas) e a facilidade de acesso que possui um desenvolvedor de Web-Pages usando scripts tais como PHP e ASP, o MySQL é um SGBD que possui, nos dias atuais, mais de 10 milhões de instalações em servidores em todo o mundo. Seu forte não é muito a segurança, entretanto a facilidade e a amplitude que este tipo de banco de dados tem é incomparável com os demais.

 

 

 

O profissional por trás destes Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) são os DBAs (DataBase Administrators, ou seja, Administrador de Banco de Dados). Estes profissionais não só são responsáveis pela implantação dos SGBD como por sua manutenção.

Por manutenção de um SGBD pode se dizer que, sobre tudo, a boa e velha política de Backup é a maior responsabilidades destes profissionais. Não existe, no mundo atual, nada mais importante que a informação. Um Banco de Dados sem uma cópia de backup, está fadado ao fracasso, ou seja, o primeiro imprevisto todas as informações serão, inapelavelmente, totalmente deletadas. Sem chances de qualquer tipo de restauração.

O Administrador deve estabelecer, uma empresa, uma política de backup completa pelo menos a cada dois dias, caso a empresa não use muito o banco de dados, e deve se ter, no intervalos de duas ou três horas, backups automáticos sendo efetuado pelo Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados, para não haver muita perda de informações no caso de um imprevisto acidente.

 

O backup não é a única tarefa que cabe ao Administrador de um banco de dados, quando tratamos de manutenção, um banco de dados precisa, de tempos em tempos, de manutenções preventivas tais como desfragmentação, organização de dados, exclusão de dados inúteis e/ou repetidos. Tais operações deixam o SGBD com mais desempenho, vez que é de praxe um banco de dados perder a performance com o tempo de uso seja pela quantidade de informações, seja pela fragmentação de grandes informações ou por dados repetidos ou inúteis que atrapalham a busca.

 

Administrador de Baco de Dados não pode, em nenhuma hipótese cometer erro. Não pode deixar de efetuar seus backups ou se esquecer de algum tipo de manutenção periódica que deve ser feito no SGBD, pois um erro deste profissional poderia colocar uma empresa inteira no chamado “marco ZERO” (levar a empresa ao início, ao zero).

 

As remunerações para estes profissionais não deixam de ser meio recompensadora se analisando o ponto de vista que tudo que basta para este profissional ter sucesso, são certificados. É interessante a quantidade de pessoas que concluem o ensino superior em engenharia e tantas outras especificações e se deparam com sua vaga no mercado sendo tomada por jovem que acabaram o ensino médio e se dedicaram a alguma certificação. Mais uma vez, esta é uma área em que um certificado rege muita coisa. Atentemos pela importância destes que tanto temos falado e ouvido ser mencionados pelos mais diversos tipos de profissionais.

 

Remunerações:

Analisemos os tipos de empresa, os cargos e os respectivos salários em busca de algo muito interessante:

 

Tipo de empresa              Experiência                                        Salário

Pequena                            Oracle                                                  R$ 3.500,00

Pequena                            SQL Server (C/ MCDBA)                        R$ 2.400,00

Pequena/Média                  Access                                                  R$ 1.200,00

Grande                               SQL Server                                           R$ 3.200,00

Grande                               Oracle                                                  R$ 4.200,00

 

(fonte: Cathoonline)

 

Podemos notar o contraste que temos em cada área, se olharmos desta forma.

Profissionais em Oracle seja em empresas pequenas ou em grandes, tem maior remuneração que qualquer outra área de Administração de Banco de Dados. Em segundo lugar, o SQL Server, mas com o certificado.

É raridade encontrar empresa à procura de profissionais capacitados em DB2.

 

Com isto estamos fechando o conjunto de palestras e análises das áreas de atuações disponíveis no mercado tecnológico, receio que o mercado ainda continuará com muitas vagas, pois o que falta nos dias atuais, são profissionais capacitados e isto não é algo que está para mudar tão facilmente.

Depois desta oportunidade de analisarmos diversas carreiras e diversos rumos para profissionais que estão ingressando na área de Tecnologia da Informação, resta identificar o que melhor atende aos padrões de comportamento de si próprio, quais destas áreas vai satisfazer o ego e melhor vai recompensar o esforço do aluno.

Aos espertos, a esperteza. captem toda a linha de pensamento aqui traçada e analise. Aproveite.

Aos que ainda dormem na vida, um despertador. Acordem pois já é passada a hora de tomar o rumo da vida.

 

 

 

Boa Sorte à todos Nós.

 

McLuck

1TINA

2ª Palestra

2ª Palestra : Redes

Palestrante: Professor Josemar Monteiro

O conceito de rede de computadores é deveras relativo em se tratando da concepção dos usuários.

Na mente da mente da grande maioria, rede não passa de dois computadores conectados entre si por um cabo. Eles não se importam com os processos nem com os termos e conceitos que ocorrem e existem em todos os simples cliques que dá.

Isto não significa que seja um padrão e que, por convenção, só existe isto no mundo de computadores interligados como os de hoje.

Há profissionais que passam a vida toda estudando, e ainda assim não é conhecedor de todos os processos, em absoluto, que envolve redes.

A priori é de bom tom colocar o que é, como funciona, que tipos existem e quantas áreas envolvendo diferentes profissionais, existe dentro deste conceito.

Comecemos com a básica e curiosa compreensão de como funciona.

Existem, neste exemplo, dois computadores conectados por um cabo e, cada qual, tem seu sistema operacional. Para haver conexão entre eles, a princípio é necessário um “pacote” de aplicativos para cuidar da conexão e da transferência de dados entre um e o outro.

À este pacote damos o nome de protocolo.

Todo sistema para conectar-se, tem este protocolo.

O protocolo mais comumente usado nos sistemas de hoje é o TCP/IP. Onde o TCP são aplicativos que negociam e estabelecem conectividade e o IP aplicativos responsáveis pelos endereçamentos (cada computador tem um endereço ao se conectar) e transferência de dados.

Depois de o TCP estabelecer entre estas duas máquinas (estações), o IP divide cada dado que o usuário quer transmitir na rede, em pacote de diversos tamanhos, porém menores que o arquivo original. Depois estes pacotes são endereçados e mandados na rede para seu destino. A estação que recebe este pacote coloca-os em ordem e remonta o aplicativo no computador de destino.

Assim funciona uma rede. Basicamente.

Falemos dos tipos de redes que, diferente do que muitos pensam, não existe somente um.

A rede mais comum, mais conhecida e a maior que existe ao mesmo tempo, é a internet, também conhecida (Rede de Área Ampla). Este tipo de rede é capaz de conectar e transmitir dados a qualquer área do planeta, por isto o nome “Área Ampla”.

Em segundo lugar, temos a LAN (Rede de Área Local). Este tipo de rede é estabelecido dentro de um local fechado onde computadores se conectam somente com outros próximos, a rede WAN não pode acessar a LAN, mas a LAN pode ter acesso à WAN.

Para o desenvolvimento de uma rede, então, temos várias etapas, vários processos e, por conseguinte, vários profissionais especializados.

O usuário que deseja uma rede, em sua casa ou empresa entre dois ou mais computadores, constata um profissional para a montagem. A primeira coisa a ser feita, e tem que ser muito bem planejado e executado, é o cabeamento, a especificação de um computador como servidor e, a partir dele, instalar os cabos que vão conectar e transmitir dados entre os demais computadores (as estações). Todos estes cabos são ligados, de um lado, em um roteador (um aparelho cuja função é conectar e distribuir, de forma organizada e administrativa, endereços e bandas entre os computadores conectados a ele), de outro, os computadores.

Este é único processo da montagem de uma rede físico. Corresponde a 50% da instalação de uma rede. A Implementação, chamada de “parte grossa” da instalação. Embora pareça simples, existem vários detalhes e regras a serem seguidos e, caso o profissional que instala a rede despreze estas regras e detalhes, a rede muito provavelmente terá vários problemas. Problemas comuns de erros na implementação são interferência na conexão, rede com a banda baixa, perda constantes de pacotes transmitidos, entre outros que vão influenciar desde o baixo desempenho até a segurança de dados transmitidos.

Por este motivo há uma preocupação por parte do cliente que quer uma rede instalada. Ele não quer se arriscar em investir em uma rede sabendo que corre o risco de ter constantes defeitos nela. Para solucionar este tipo de preocupação, uma empresa que já atua no mercado de cabeamento de telecomunicações e já desenvolveu várias soluções para esta área, criou um certificado para a segurança da decisão do cliente e para o profissional poder ter mais confiança no mercado ao oferecer seus serviços.

A FURUKAWA, empresa criada há 130 anos no Japão, age em mais de 70 países e, hoje, tem sua maior parte de ações nas mãos de uma empresa americana. É uma empresa de alto conceito e que oferece a todo profissional que deseja um reconhecimento digno de seus estudos, a certificação de que é bastante qualificado para o serviço e soluções na implementação de uma rede. Ela fornece a estes profissionais o FCP (Furukawa Certified Professional), ou seja, Certificado de Profissional Furukawa.

FCP

Com a implementação (parte grossa) da rede pronta, resta a outra metade da instalação de uma rede. A configuração.

Neste ponto, o que vai definir será a necessidade do cliente, ou seja, há várias configurações e sistemas que podem ser implantados, entretanto o profissional terá que saber a necessidade do cliente para poder implantar os sistemas com as configurações adequadas. Este profissional é o Administrador de Redes.

Isto tudo não deixa de preocupar, novamente, o cliente, vez que a configuração mal feita não tem segurança, não tem limites nem restrições e acaba por deixar a rede totalmente aberta a ataques. Isto além de diversas falhas como a dificuldade de conectividade, perda de pacotes, dificuldade na transferência de dados e baixa performace.

Existem diversas empresas que oferecem, assim como a Furukawa, certificados a profissionais pelos mesmos motivos.

O mais conhecido e respeitado certificado neste assunto, é oferecido pela Cisco, uma empresa que aplica uma prova no profissional e, avaliando esta, certifica que ele está apto e é devidamente qualificado na área em questão.

O administrador Cisco formado é um profissional capaz de enfrentar o dia-a-dia do suporte a roteadores e switches. Ele domina os protocolos e tecnologias necessárias para correta configuração de redes LAN, WAN e Dial, incluindo o uso de protocolos como IP, IGRP, Frame Relay, VLANs, Ethernet, RIP e IP RIP. Além disso, a formação é profundamente voltada para a preparação do profissional para a certificação Cisco CCNA.”

(Trecho retirado de: http://www.infnet.com.br/formacao/cisco.asp?formacao=25&pasta=’formacao’)

CISCO

A Cisco certifica que o profissional está apto a operar tecnologias e configurações mais recentes e mais usadas do mercado.

Se tratando de configuração, o profissional tem que ter em mente, seguindo o pedido do cliente, que existe uma tecnologia para cada necessidade. Claro que existe mais de um aplicativo para uma configuração, entretanto é quase absurdo não descartar isto, vez que mais uma vez a Microsoft monopolizou um aplicativo para este tipo de configuração.

Quando falamos de configuração de rede, deve-se ter em mente que, a priori, a segurança é a mais importante e extensa configuração a ser feita. Em uma rede local, como estamos descrevendo, há vários recursos que podem ser utilizados para a segurança. Podemos especificar grupos de trabalhos e atribuir permissões a alguma pasta em um dos computadores conectados (geralmente o servidor), podemos, sendo mais seletivo, criar usuário e especificar permissões a pastas particulares, especificar restrições à recursos do sistema que o usuário de uma estação pode ou não acessar, especificar sites, seja por categoria, por nomes, ou outro filtros, que os computadores nesta rede pode ou não abrir, especificar a banda que cada estação terá, compartilhar e atribuir permissões e restrições para um periférico específico em um das máquinas conectadas à esta rede (como, por exemplo, uma impressora), entre muitas outras permissões, restrições e filtros que podem ser adicionados de acordo com a necessidade que o cliente pode ter.

A Microsoft desenvolveu um software para este tipo de configuração, o ISA Server – Internet Security and Acceleration Server. Um pacote de solução completo para rede, indo desde filtros e firewalls a gerenciamento da rede.

A Microsoft, assim como a Cisco, possui certificações para administradores de redes. O MCSA.

O administrador de redes Microsoft certificado é um profissional muito valorizado pelo mercado. Preparado para enfrentar os desafios do dia-a-dia do suporte ao Windows 2003. O profissional entende profundamente o funcionamento do sistema operacional. A Microsoft oferece três soluções e seus respectivos certificados para esta área: Windows 2003 Specialist (MCP), Microsoft Certified Systems Administrator (MCSA 2003) e Microsoft Certified Systems Engineer (MCSE 2003).

(Trecho retirado de: http://www.infnet.com.br/formacao/microsoft.asp)

MSCE

Claro que não existe, no mercado de hoje, somente a Microsoft na competição para a instalação de redes. Felizmente, temos a “liberdade” de optarmos por um sistema open-source como o Linux. Nem todos estão disposto, ainda, a ter este tipo de experiência, pois já tem muita propaganda em mente da Microsoft e o mercado foi, deliberadamente, corrompido pela invasão do Windows, entretanto, ninguém que arrisca à nova tecnologia se arrepende, vez que a estabilidade, desempenho e segurança oferecida é muitas vezes maior que os produtos da Microsoft.

Isto não é apologia a nenhum sistema ou empresa, mas resultado de experiências e dados já comprovados. Claro que cada cliente tem sua preferência e, quando se trabalha para satisfação deste, cada um tem sua preferência, entretanto seria interessante se todos analisassem um pouco mais o mercado e tecnologias antes de investir em algo grande, afim de saber qual seria a melhor solução oferecida ou qual das muitas soluções do mercado atenderia melhor às suas necessidades.

No Linux, há uma solução parecida com o ISA Server da Microsoft, o SQUID, que é um pacote com diversas soluções, assim como seu concorrente da Microsoft, entretanto, o SQUID vem sendo desenvolvido há muito mais tempo e é open-source, o que oferece mais melhoria, vez que qualquer usuário que encontrar uma falha ou um ponto a ser melhorado, pode ter acesso a seu código fonte e fazer as devidas melhorias. O SQUID é (‘na mera opinião deste autor e de acordo com suas pesquisas’) mais robusto e muito mais completo com soluções mais interessantes para redes que seu concorrente, o ISA Server.

Existem outras certificações que menos conhecidas, entretanto não menos importantes. Analisemos algumas delas com algumas sugestões e explicações:

Novell -> Já saiu de mercado há muito tempo. É uma certificação importante de uma empresa importante, entretanto não é tão interessante para alguém que está em busca de certificações para status ou para rendimento profissional de imediato retorno. A Novell já teve uma grande parcela do mercado, até que a Microsoft lançou, junto aos seus Sistemas Operacionais, o Active Drectory (2001), isto fechou o mercado para a Novell. Não deixa de ser interessante um profissional ter um certificado Novell. Mostra a amplitude de seus conhecimentos, o que é ótimo para o profissional TI.

Novell

LPI -> Específicos para profissionais que desenvolvem mais no sistema Open-Source Linux, é uma certificação mais ampla para o Sistema Linux. O Linux Professional Institute (LPI, em inglês) é uma certificação de uma empresa sem fins lucrativos que visa somente atestar os profissionais que desenvolvem-se nesta área.

LPI

Concluindo esta ampla área de atuação do mercado, podemos perceber que dentro de redes, saem três novas áreas com muito espaço para diversos tipos de profissionais. Nenhum é melhor, nenhum vem e segundo plano, mas todos depende um do outro. Pode-se notar que há diferença entre os profissionais que cuidam da implementação, os administradores de redes e os que vão passar a maior parte do tempo cuidando unicamente da segurança da rede, o que não é pouco, diferente que muitos pensam.

Remunerações

É interessante notar que existe um mercado grande para este tipo de profissionais e que a remuneração deste mercado é deveras interessante, a título de pesquisa (sinônimo de curiosidade pessoal do autor, neste caso ;) , vamos colocar alguma das áreas e suas devidas remunerações para análise. Pode-se notar que as remunerações são consideráveis, em algumas áreas e, em outras, um pouco menos, entretanto, todas as áreas diferem cerca de R$ 2.000,00 para profissionais com certificações.

Implementação de redes

Média inicial de R$ 4.000,00 (com diferencial para profissionais certificados);

Administrador de redes

Média inicial de R$ 8.000,00 (com diferencial para profissionais certificados);

Segurança de redes

Média inicial de R$ 5.000,00 (com diferença para profissionais certificados);

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1ª Palestra

1ª Palestra Desenvolvimento de sistemas
Palestrante: Professor e desenvolvedor de sistemas da SABESP Luis Eduardo 

Aparentemente, o termo já diz tudo sobre esta função. Todos os seres humanos nascem iguais, entretanto, sua criação, o modo de vida em que cresce e vários outros fatores, determinam suas características de vida, características estas como o gosto por alguma cultura, ou desgosto por outro tipo de sabedoria. Naturalmente, o que não trás a nós, seres humanos, uma satisfação ou vontade, ou mesmo curiosidade, não está entre os fatores que trazem prazeres e, logo, é constantemente ignorados por nós.

Para falarmos sobre a área em específico, Desenvolvimento de Sistemas, temos de entender que nem todas as pessoas podem ver o título de um livro e sentir-se curioso ao extremo de dedicar suas próximas horas até o final deste livro, ou, com outro exemplo, ver um problema e sentir-se tentado pelo desafio a resolvê-lo. Todos nascem iguais, mas ninguém é criado como outro. Para as pessoas mais metódicas, que são acostumadas com o prático e objetivo, que não vê onde pode existir lógica em experimentar algo novo sabendo que pode ser que não vá ter futuro, são reservadas determinadas áreas da informática, se esta pessoa optar por seguir este ramo, mas esta área, com efeito, passa muito longe de desenvolvedores de sistemas.

Para ser considerado apto a esta função, deve-se ter sagacidade pelo novo e astúcia pelo desconhecido, pois o caminho é incerto e só faz sentido, na maioria das vezes, na cabeça dos próprios desenvolvedores, a princípio.

Antes de começarmos a nos aprofundar mais nisto, vamos agora definir o que é o que para não nos perdermos ao longo das linhas de pensamentos:

Sistema: É considerado um sistema todo um processo que é organizado como início, meio, funcionabilidade e fim, ou seja, uma operação dentro de uma empresa, desde que um funcionário entra o que ele faz durante o dia até a hora em que ele sai. A questão é que uma empresa nunca tem um único funcionário ou existe uma única função, logo o sistema é responsável pelo “global” abrangendo todos os processos. É conhecido como PP (Planejamento e Processo). Todo o sistema é capaz de gerenciar a empresa sozinho, desde que bem planejado. O que ocorre é que, com as diversas áreas, faz-se necessário a criação e implantações de “auxiliares” a este sistema. A estes “Auxiliares” vamos chamar de “Programas Auxiliares”.

Programas Auxiliares: São pequenas partes implantadas num sistema desenvolvido para suprir uma determinada área em particular deste processo, vez que o sistema não pode estar disponível e nem vai ser capaz de estar aberto para toda a empresa que, na maioria das vezes, é muito grande. Um exemplo disto seria o programa que roda num caixa de supermercado; quem trabalha neste ambiente não tem acesso ao estoque nem às compras que a loja efetua, mas a cada novo produto que é vendido, o programa envia esta informação ao sistema que, automaticamente, analisa e envia informação de um produto pendente no estoque, para o setor de compra, envia, também, para outro programa auxiliar, para cuidar da garantia e dos termos desta para o produto vendido, enfim. Vários processos que, muitas vezes, o operador destes programas nem sabe o que nem como nem onde ocorrem.

O sistema tem que ter boa funcionabilidade para evitar, o máximo possível, uma falha, vez que os “programas auxiliares” estarão em execução em todo momento e não há reputação pior para o desenvolvedor de um sistema que ouvir a noticia de um cliente que esperou trinta minutos porque o sistema dele teve um problema.

Desenvolvedor de Sistema: Compreende cinco subcategorias de atuação, mas antes temos de esclarecer que desenvolver o sistema é ouvir o que o cliente quer, entender do que ele precisa e cada detalhe que este sistema terá capacidade de execução e/ou tomadas de decisões. Cientes disto podemos prosseguir com um projeto fictício como exemplo (um grande). Como são necessários vários tipos de informações e mais de um profissional pensando e desenvolvendo idéias para o sistema, antes de qualquer coisa, tem que começar pela organização. Esta é exatamente a função do gerente de projetos: coordenar todas as linhas de pensamentos e acompanhar o andamento de todo o processo de criação do sistema. Seria como chamá-lo de “o sistema que coordena sistemas”.

Claro que se denominá-lo desta forma, teríamos que pressupor que haveria, também, os “programas auxiliares” deste sistema (o gerente de projeto). Na prática, toda a função do projeto é acompanhar a idéia do pedido do cliente, ou seja, primeiro tem que ouvir, entender como fazer isto e, mais que isto, entender como poderia aprimorar a idéia do cliente. Todo este planejamento de criação é feito pelo “Analista de Sistema” que têm de estar sempre atento a novas idéias, pois ele vai desenvolver as funcionabilidades do sistema de acordo com o que compreender e, claro, a aceitação do cliente.

Quando o analista desenvolve seu trabalho por completo, a idéia fica mais exposta e de fácil compreensão. Ele completou sua tarefa e agora entra em ação outro profissional, o que irá “codificar” todas as idéias proposta pelo analista. O programador. Ele vê a idéia, procura a melhor linguagem para a execução da idéia e coloca em uma linguagem de programação. Logo seu papel é como um tradutor. Traduz idéias para programas. A responsabilidade deste profissional é grande, vez que toda falha na programação será deliberadamente expressa na apresentação do sistema e dos programas que o auxiliarão. Ademais, a organização na linguagem deve estar acima de tudo, vez que sempre será necessário uma implantação de algo novo no código, uma correção de algum erro ou outra escolha do cliente e sem uma organização, o programador terá muito trabalho e pouca qualidade de software. Algumas vezes, ele é obrigado a escreve todo o sistema novamente por isto.

Aqui é interessante observar que o analista e o programador têm que ter uma comunicação totalmente aberta e o diálogo claro sem deixar nenhuma dúvida entre a linha de pensamento de nenhum dos dois. Seria como se ambos estivessem em uma mesma sincronia, um pensa o outro faz. Normalmente, o programador pode sugerir alguma melhoria a se fazer no projeto, entretanto quando o analista faz seu trabalho por completo, pensando em todos os detalhes, olhado cada desafio que o usuário final terá que enfrentar, o projeto não se torna algo que o programador terá muita liberdade para fazer algo diferente do proposto. Sua única liberdade real, nesta ocasião, será a de tomar a decisão de qual linguagem utilizar. Caso o cliente ou o próprio analista já não tenha feito isto por ele.

Com o sistema pronto, o analista e o programador varrerão cada parte deste e dos programas rodando nele à procura de erros, falhas de segurança, possibilidades de algo não pensado até o momento, enfim. Sistema pronto.

Quando um sistema entra em funcionamento, mesmo que ninguém até o momento de sua instalação tenha encontrado nenhum erro ou defeito, não significa que ele não pode vir a ter, nem que não será preciso analisá-lo de vez em quando em busca de erros. Existe outro profissional para atuar nesta área, um profissional que será responsável pelas manutenções tanto corretivas como preventivas.

Caso, em algum momento, surja neste sistema algum tipo de necessidade, alguma coisa que o sistema em si não tenha suporte para fazer, um novo programa deve ser desenvolvido ou, dependendo do caso, até mesmo outro sistema menor para acompanhar outro tipo de processo não previsto na criação. Um profissional da área de desenvolvedor  que estará trabalhando somente em implantações de novos sistemas, de atualizações, upgrades, enfim. Uma área que se faz necessária um profissional sempre, vez que a cada dia surge novos desafios e, muitos deles, o sistema não está pré-programado para vencer.

Esclarecido o que é cada coisa, então podemos retomar a linha de pensamento principal: Todos nascem com igual capacidade, entretanto dependendo de sua convivência, sua criação e educação cada um tende a tomar um rumo e uma carreira sempre estará à espera de cada ser humano. Não podemos negar que alguns simplesmente se interessam por desenvolver sistemas, seja como analista, programador, manutenção ou mesmo trabalhando como free-lancer corrigindo erros, atualizando falhas de sistemas já prontos, enfim, e a facilidade com que aprende e desenvolve a profissão é no mínimo impressionante, entretanto para o profissional ter um reconhecimento nesta área, só há um meio. Certificações.

Certificações são concedidas por empresas que desenvolve as linguagens, sistemas enfim, por órgãos competentes que põe à prova o conhecimento destes profissionais. Existem vários tipos de certificados e várias empresas que os concedem. Cada certificado deste tem um peso muito grande quando avaliado um profissional. 

Certificações: Vamos ver alguns dos mais importantes na área:

Certificação SUN Programador Java (SCJP): Os melhores profissionais da área afirmam em consenso que este é um dos melhores certificados. A princípio, deve começar com o certificado de programador JAVA, o Sun Certified Programmer for the Java 2 Plataform 1.4, que é o primeiro nível para um programador. Depois existem vários outros certificados oferecidos pela SUN, sendo que o de programador acima descrito é o único obrigatório para todos os outros níveis.Para saber mais sobre os outros certificados da SUN, acesse https://www.suntrainingcatalogue.com/eduserv/client/welcome.do?l=pt_BR

ou

http://br.sun.com/service/educacao/certificacoes/java_overview.html

SCJP

Profissional Certificado Microsoft (MCP): é fornecido pela Microsoft, a maior empresa de softwares no mercado atual, a profissionais que já possuem estudo e conhecimento, é uma implementação na formação de um profissional que prova que ele é bastante conhecedor e capaz de planejar, administrar, desenvolver ou solucionar problemas em uma ou mais tecnologias da Microsoft, com o máximo de eficiência e menores custos. Assim como o SCJP, o MCP é o primeiro passo, o primeiro nível obrigatório para quem quer aprimorar-se mais a fundo nos certificados da Microsoft. Depois destes, existem vários outros, mas este é o certificado que qualquer programador Miscrosoft deverá possuir.

Para saber mais sobre certificação Microsoft, acesse:

http://www.microsoft.com/brasil/certifique

ou

http://www.microsoft.com/brasil/certifique/certificacao/default.aspx 

MCP

Um profissional certificado poderia atuar em qualquer mercado desenvolvendo sistemas. Toda sua capacidade seria muito melhor explorada se trabalhasse em um mercado que permitisse maior expansão de seus conhecimentos. Atualmente, estes profissionais trabalham para empresas particulares e estatais.

O salário de um profissional desta área pode variar dependendo da formação e certificações que ele pode ou não possuir. Variam entre R$ 3.000,00 à R$ 6.000,00. Dependendo da empresa que contrata o profissional, do tempo de serviço e das certificações, pode até mesmo ultrapassar estas margens.

Desenvolvimento de Sistemas – Objetivos

  • Identificar e levantar necessidades de informatização

  • Desenvolver Sistemas de informações (definição, codificação e teste)

  • Implantar a Solução Proposta – Sistema de Informação e Fluxo Operacional (treinamento e acompanhamento)

  • Propor e implementar novos processos

  • Adequar e manter os sistemas em produção

  • Elaborar consultas à base de dados em atendimento as Pesquisas

  • Administrar o modelo global de dados dando suporte às equipes de desenvolvimento para elaboração do modelo lógico de dados

  • Planejar as bases de dados corporativas e departamentais identificando as informações necessárias a nível operacional

  • Organizar e catalogar as informações, documentando-as no dicionário de dados.

 

 

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Primeira Aula

Aula Prática

Primeira aula deste projeto foi empenhada em desenvolver a formação de grupos e, com estes, seus respectivos blogs deste projeto.

Foi mostrado o modo de utilização e gerenciamento deste servidor de blogs e estabelecido as regras para tópicos e posts nestes blogs.

Para os grupos, cabe a cada qual analizar atentamente a toda nova informação e regra a serem feitas e colocá-las em prática em seus respectivos blogs.

Nesta aula, todos os grupos deverá deixar o blog pronto para a entrada das novas informações sobre as palestras futuras e para as devidas anotações e correções do professor.